sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Camata circula no Haiti


O senador Gerson Camata (PMDB-ES), em seu primeiro dia em Porto Príncipe, capital do Haiti, em companhia dos colegas da Comissão de Relações Exteriores, Eduardo Azeredo (PSDB-MG), Flávio Torres (PDT-CE) e João Pedro (PT-AM), conheceu um projeto social, foi recebido pelo presidente, René Préval, ouviu o presidente do Senado haitiano, Kelly Bastien, e esteve com o representante especial da ONU no país, Hédi Annabi.

Em vários encontros, escutaram o mesmo apelo: a permanência das forças de paz da Onu ainda é vital para a estabilidade do país e sua saída repentina só interessa a grupos radicais, principalmente aos traficantes de drogas.

O presidente Préval disse ao grupo que o fracasso das missões anteriores da ONU - sete nos últimos 15 anos - foi em parte causado pela saída prematura. Ele ressaltou a importância de os parlamentares continuarem apoiando a permanência das tropas brasileiras no país.

Opinião diferente têm os senadores haitianos que se mostram temerosos de que a missão se prolongue muito. O vice-presidente do Senado, Andris Riché, afirmou que, quando as tropas chegaram, a situação exigia sua presença, mas defendeu o planejamento gradual da retirada.


O Conselho de Segurança da ONU prevê a saída gradual no segundo semestre de 2011. Qualquer saída de um número substancial de soldados antes disso seria de alto risco acredita.

C/ informações da Agência Senado
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