domingo, 30 de agosto de 2009

A insônia ronda o ministro alemão

Em sua primeira noite em Vitória, onde chegou neste domingo (30) e permanece até terça-feira, o ministro da Economia da Alemanha, Franz Guttenberg, certamente não terá um sono tranquilo. Mal saiu do seu país, a chanceler Angela Merkel sofreu um grande revés.

Neste domingo, os eleitores alemães infligiram derrotas ao seu partido- a União Democrata Cristã (CDU)- em dois estados onde, segundo as primeiras projeções, deverá perder o poder.

A um mês das eleições legislativas, o partido de Merkel perdeu pontos na Turíngia, da ex-República Democrática da Alemanha (RDA), e no Sarre, fronteira com a França, estados que governava sozinha. Manteve a liderança no estado oriental da Saxônia, que governa junto com os social-democratas do SPD.

O recuo da CDU na Turíngia e no Sarre era esperado. A própria Merkel insistiu diversas vezes em que as eleições deste domingo não teriam valor de teste nacional. Nas legislativas, a CDU ainda tem 15% de vantagem sobre os social-democratas do SPD em termos de intenções de voto.

Essas eleições regionais fecham uma difícil semana para Angela Merkel: primeiro, viu a General Motors questionar a solução que ela defendia para salvar a filial Opel e os empregos na Alemanha, e, depois, teve que se justificar por ter oferecido um jantar em homenagem ao banqueiro mais poderoso do país.

C/Informações da AFP.

União já pagou R$ 2,6 bilhões a anistiados

O pagamento de pensões e indenizações a anistiados políticos, a partir de 2003 até agora, custou à União cerca de R$ 2,6 bilhões segundo o portal Contas Abertas.
Este ano foram gastos R$ 320 milhões, quase um terço do ano passado – R$ 857,1 milhões. Em média, a União pagou R$ 368,3 milhões por ano, pouco mais de R$ 1 milhão ao dia, em pensões aos anistiados políticos, desde 2003.

Do montante pago até agora aos anistiados políticos, pouco mais de R$ 2,4 bilhões (95%) foram destinados aos civis, cidadãos comuns que tiveram, na avaliação da Comissão de Anistia, suas carreiras profissionais interrompidas pela repressão.

Outros R$ 141,1 milhões foram pagos a militares das três Forças Armadas considerados, também pela comissão, dignos do direito à reparação econômica por serem contrários ao regime de exceção.

C/o portal Contas Abertas.